Trago as mãos cansadas de tanto pensar em ti...
14 maio, 2017
13 maio, 2017
Faminta
Massajando lentamente... deslizando sobre ele toda a urgência de o sentir entrar de rompante neste corpo que se contorce ao ritmo do desejo. Que se contorce faminto por um pedaço teu. Nesta fome que se tenta matar, mas que a cada tentativa renasce ainda mais intensa e incontrolável.
12 maio, 2017
Despida
Pulsante te sinto quando as tuas mãos suplicantes se agarraram às minhas ancas e num toque quase despido de razão, me puxas para ti.
A minha respiração ofegante pela tua presença nas minhas costas, deixa soltar o primeiro gemido quase em surdina, quando a tua pele despe a minha e me deixa vulnerável à loucura que trazes no corpo.
Entras em mim sem que licença seja pedida, desfazes os teus devaneios nos meus. Entranhas as tuas vontades nas minhas.
Com estocadas fortes e penetrantes, violando me quase o ventre que em espasmos te recebe.
Trago a tua mão marcada no corpo, o teu sexo marcado na carne, e na mente os flashes que me transportam até nós.
A minha respiração ofegante pela tua presença nas minhas costas, deixa soltar o primeiro gemido quase em surdina, quando a tua pele despe a minha e me deixa vulnerável à loucura que trazes no corpo.
Entras em mim sem que licença seja pedida, desfazes os teus devaneios nos meus. Entranhas as tuas vontades nas minhas.
Com estocadas fortes e penetrantes, violando me quase o ventre que em espasmos te recebe.
Trago a tua mão marcada no corpo, o teu sexo marcado na carne, e na mente os flashes que me transportam até nós.
Fusão
Vou fundir te nos meus labios, tomar do teu desejo, embriagar me na minha sede. Uma fusão que se quer urgente, como urgente é o meu querer. O meu corpo pulsa a cada latejar que te sinto, os músculos contraem se a cada deslizar de língua sobre ti. Esta fusão imperfeita de sabores, onde o pecado mora em cada pedaço tocado, em cada pedaço de carne sentido.
09 maio, 2017
Balançar
Se o meu corpo segredar ao teu
Os desassossegos que traz
O desejo delirante que o consome
Serias tu homem capaz
De me fazer gritar o teu nome?
Se o meu corpo sussurrar ao teu
As loucuras que a minha mente desenha
Poderia a tua pele
Acalmar o que em mim se entranha?
E de todas as vezes
Que a minha mente se perde na tua
Conseguirias tu despir me a alma
Deixando me completamente nua?
Neste fragmento que sentidos enaltece
Os desassossegos que traz
O desejo delirante que o consome
Serias tu homem capaz
De me fazer gritar o teu nome?
Se o meu corpo sussurrar ao teu
As loucuras que a minha mente desenha
Poderia a tua pele
Acalmar o que em mim se entranha?
E de todas as vezes
Que a minha mente se perde na tua
Conseguirias tu despir me a alma
Deixando me completamente nua?
Neste fragmento que sentidos enaltece
Nesta hipnótica dança
Serás tu o homem
Sobre o qual o meu corpo balança
Sobre o qual o meu corpo balança
08 maio, 2017
Encontros
Mãos, pedaços de um corpo que penetram no meu. Violando este querer incontrolável que assola a minha mente em constante viagem pelo mundo que habita em ti. Que se misturam com a minha pele molhada pelo prazer de ter em mim.
Em puro delírio apocalíptico o meu corpo atinge o grau de suprema loucura, latejante, em espasmos ritmados e constantes, contorcendo se sobre mim própria deixando me sem saber o meu próprio nome. Aquele que trazes cravado, nesse corpo também ele perdido em tentações, e encontrado no momento, o nosso.
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