Prisioneira do desejo que me perfura a pele, que me faz salivar ansiando que pelas tuas mãos seja levada às portas da insanidade momentânea.
Espalhadas pela mesa estão as cartas deste jogo de poder viciado, em que é Rainha e Senhora a liberdade, aquela que apenas se atinge em pleno quando a sua renúncia é a única opção.
Rendo me à voz que dentro da minha mente implora para que a siga, de olhos vendados.
Toco o meu corpo já desperto, sedento do êxtase que as tuas mãos lhe prometeram. Sabendo, ainda assim, que não sou merecedora de o atingir, que o sacrifício de ficar em espasmos a suplicar pelo culminar da minha explosão é ordem dada, e ordem acatada. Perco me em mim, por entre os gemidos e a recusa, entre a vontade e a razão.
Neste jogo em que és Dono e Senhor desta mente submissa, que se alimenta de antecipações, sabendo que o quase, um dia será um todo.
Espalhadas pela mesa estão as cartas deste jogo de poder viciado, em que é Rainha e Senhora a liberdade, aquela que apenas se atinge em pleno quando a sua renúncia é a única opção.
Rendo me à voz que dentro da minha mente implora para que a siga, de olhos vendados.
Toco o meu corpo já desperto, sedento do êxtase que as tuas mãos lhe prometeram. Sabendo, ainda assim, que não sou merecedora de o atingir, que o sacrifício de ficar em espasmos a suplicar pelo culminar da minha explosão é ordem dada, e ordem acatada. Perco me em mim, por entre os gemidos e a recusa, entre a vontade e a razão.
Neste jogo em que és Dono e Senhor desta mente submissa, que se alimenta de antecipações, sabendo que o quase, um dia será um todo.





