É um querer doentio, que se propaga na pele, que se esgueira pela mente e brota na carne.
É um querer insaciável que mesmo quando me tomas e embraveces este corpo que te súplica, não acalma, não se esgota. Nunca se finda.
É a demência que comanda o desejo, a loucura que comanda o impulso, a exactidão do que se quer que comanda o movimento.
É um querer com tudo, para tudo e despido de tudo. É a imensidão do sentir, do permitir e ainda assim do querer omitir.
É um querer que se passeia em mim de forma amiúde à espera de se esbaldar em prazeres, de se estampar na primeira curva da racionalidade.
É um querer-Te.
É um querer insaciável que mesmo quando me tomas e embraveces este corpo que te súplica, não acalma, não se esgota. Nunca se finda.
É a demência que comanda o desejo, a loucura que comanda o impulso, a exactidão do que se quer que comanda o movimento.
É um querer com tudo, para tudo e despido de tudo. É a imensidão do sentir, do permitir e ainda assim do querer omitir.
É um querer que se passeia em mim de forma amiúde à espera de se esbaldar em prazeres, de se estampar na primeira curva da racionalidade.
É um querer-Te.


















