Perpétuo me no teu corpo em chamas, quando a minha pele te afaga o desejo, pulsante e hirto num rasgo de hipnose momentânea que se eterniza no tempo.
17 maio, 2017
16 maio, 2017
Querer-Te
É um querer doentio, que se propaga na pele, que se esgueira pela mente e brota na carne.
É um querer insaciável que mesmo quando me tomas e embraveces este corpo que te súplica, não acalma, não se esgota. Nunca se finda.
É a demência que comanda o desejo, a loucura que comanda o impulso, a exactidão do que se quer que comanda o movimento.
É um querer com tudo, para tudo e despido de tudo. É a imensidão do sentir, do permitir e ainda assim do querer omitir.
É um querer que se passeia em mim de forma amiúde à espera de se esbaldar em prazeres, de se estampar na primeira curva da racionalidade.
É um querer-Te.
É um querer insaciável que mesmo quando me tomas e embraveces este corpo que te súplica, não acalma, não se esgota. Nunca se finda.
É a demência que comanda o desejo, a loucura que comanda o impulso, a exactidão do que se quer que comanda o movimento.
É um querer com tudo, para tudo e despido de tudo. É a imensidão do sentir, do permitir e ainda assim do querer omitir.
É um querer que se passeia em mim de forma amiúde à espera de se esbaldar em prazeres, de se estampar na primeira curva da racionalidade.
É um querer-Te.
15 maio, 2017
Sacrifício
Prisioneira do desejo que me perfura a pele, que me faz salivar ansiando que pelas tuas mãos seja levada às portas da insanidade momentânea.
Espalhadas pela mesa estão as cartas deste jogo de poder viciado, em que é Rainha e Senhora a liberdade, aquela que apenas se atinge em pleno quando a sua renúncia é a única opção.
Rendo me à voz que dentro da minha mente implora para que a siga, de olhos vendados.
Toco o meu corpo já desperto, sedento do êxtase que as tuas mãos lhe prometeram. Sabendo, ainda assim, que não sou merecedora de o atingir, que o sacrifício de ficar em espasmos a suplicar pelo culminar da minha explosão é ordem dada, e ordem acatada. Perco me em mim, por entre os gemidos e a recusa, entre a vontade e a razão.
Neste jogo em que és Dono e Senhor desta mente submissa, que se alimenta de antecipações, sabendo que o quase, um dia será um todo.
Espalhadas pela mesa estão as cartas deste jogo de poder viciado, em que é Rainha e Senhora a liberdade, aquela que apenas se atinge em pleno quando a sua renúncia é a única opção.
Rendo me à voz que dentro da minha mente implora para que a siga, de olhos vendados.
Toco o meu corpo já desperto, sedento do êxtase que as tuas mãos lhe prometeram. Sabendo, ainda assim, que não sou merecedora de o atingir, que o sacrifício de ficar em espasmos a suplicar pelo culminar da minha explosão é ordem dada, e ordem acatada. Perco me em mim, por entre os gemidos e a recusa, entre a vontade e a razão.
Neste jogo em que és Dono e Senhor desta mente submissa, que se alimenta de antecipações, sabendo que o quase, um dia será um todo.
14 maio, 2017
13 maio, 2017
Faminta
Massajando lentamente... deslizando sobre ele toda a urgência de o sentir entrar de rompante neste corpo que se contorce ao ritmo do desejo. Que se contorce faminto por um pedaço teu. Nesta fome que se tenta matar, mas que a cada tentativa renasce ainda mais intensa e incontrolável.
12 maio, 2017
Despida
Pulsante te sinto quando as tuas mãos suplicantes se agarraram às minhas ancas e num toque quase despido de razão, me puxas para ti.
A minha respiração ofegante pela tua presença nas minhas costas, deixa soltar o primeiro gemido quase em surdina, quando a tua pele despe a minha e me deixa vulnerável à loucura que trazes no corpo.
Entras em mim sem que licença seja pedida, desfazes os teus devaneios nos meus. Entranhas as tuas vontades nas minhas.
Com estocadas fortes e penetrantes, violando me quase o ventre que em espasmos te recebe.
Trago a tua mão marcada no corpo, o teu sexo marcado na carne, e na mente os flashes que me transportam até nós.
A minha respiração ofegante pela tua presença nas minhas costas, deixa soltar o primeiro gemido quase em surdina, quando a tua pele despe a minha e me deixa vulnerável à loucura que trazes no corpo.
Entras em mim sem que licença seja pedida, desfazes os teus devaneios nos meus. Entranhas as tuas vontades nas minhas.
Com estocadas fortes e penetrantes, violando me quase o ventre que em espasmos te recebe.
Trago a tua mão marcada no corpo, o teu sexo marcado na carne, e na mente os flashes que me transportam até nós.
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