Nesta cama, deitada, indefesa, presa ao teu poder, ao nosso desejo...
Sinto te. O teu olhar viola o meu sem que este o possa ver. A tua respiração perto da minha pele. Os teus dedos que me tocam levemente, fazendo me tremer, arrepiando cada recanto escondido deste templo que te pertence.
Velarás este corpo, contemplando o, entre rasgos de insanidade, sorrindo a cada pedido meu para que me presenteies com o teu corpo dentro do meu. Usarás o poder que te ofertei para me fazeres passar pelo purgatório, antes de me fazeres subir aos céus, onde me perderei nas trevas deste inesgotável veneno fervilhante que me plantaste nas veias.
Sinto te. O teu olhar viola o meu sem que este o possa ver. A tua respiração perto da minha pele. Os teus dedos que me tocam levemente, fazendo me tremer, arrepiando cada recanto escondido deste templo que te pertence.
Velarás este corpo, contemplando o, entre rasgos de insanidade, sorrindo a cada pedido meu para que me presenteies com o teu corpo dentro do meu. Usarás o poder que te ofertei para me fazeres passar pelo purgatório, antes de me fazeres subir aos céus, onde me perderei nas trevas deste inesgotável veneno fervilhante que me plantaste nas veias.





