Mãos, pedaços de um corpo que penetram no meu. Violando este querer incontrolável que assola a minha mente em constante viagem pelo mundo que habita em ti. Que se misturam com a minha pele molhada pelo prazer de ter em mim.
Em puro delírio apocalíptico o meu corpo atinge o grau de suprema loucura, latejante, em espasmos ritmados e constantes, contorcendo se sobre mim própria deixando me sem saber o meu próprio nome. Aquele que trazes cravado, nesse corpo também ele perdido em tentações, e encontrado no momento, o nosso.





